É um fato que direcionamos o curso de nossas vidas segundo nossas crenças, segundo o que temos por certo, segundo nossa cosmovisão. Todos fazemos isso com maior ou menor grau de consciência, mas, em algum nível, nossa cosmovisão afeta nossas decisões incisivamente. Isso fica muito evidente diante de um acontecimento pouco ortodoxo, que se desenrolou numa província tailandesa chamada Surin, no dia 4 de janeiro deste ano. Neste local, um jovem tailandês chamado Chadil Deffy, inconformado com a morte precoce da noiva, resolveu casar-se com ela mesmo após quatro dias da morte dela, que se deu no revélion.
Este evento insólito que foi contemplado pela mídia local e largamente divulgado no Facebook reflete a cosmovisão budista da qual Chadil é adepto, a crença de que as almas de um casal permanecerão unidas perpetuamente, num casamento eterno. Acontece que o ocorrido na distante Tailândia é apenas uma repetição de uma cosmovisão similar, muito mais familiar a nós. Tal cosmovisão é expressa na doutrina mórmon chamada Selamento Eterno. Esta doutrina preconiza que o casamento é uma instituição divina e, como tal, deve ser perpétuo, prolongando-se para a eternidade. Na verdade, este pensamento mórmon abrange também a família e postula que a unidade e o vínculo familiar deve permanecer, inclusive, após a morte dos membros.
No quarto programa Últimas Coisas, o pastor e professor Eguinaldo Hélio de Souza tratou do tema “Israel”, tema que será privilegiado todo último programa do mês. Neste, Eguinaldo conta como se envolveu, nos últimos 20 anos, com assuntos escatológicos, históricos, teológicos e missionários relativos à Israel, além de demonstrar a importância de Israel para o estudo da escatologia bíblica, das profecias e da compreensão do tempo em que vivemos.
Na segunda parte do programa, a secretária executiva do Sim Israel – Simpósio de Intercessão por Israel, Elaine Cristina Costa, foi entrevistada por Eguinaldo Hélio fornecendo-nos informações sobre este ministério que há mais de 30 anos realiza simpósios, conferências e estudos, procurando ensinar à Igreja o amor pelos judeus. Nessa entrevista ela destaca os assuntos tratados pelo ministério bem como o evento central – o Simpósio – que acontece todos os anos durante a Páscoa no Vale da Benção, em Araçariguama-SP.
Caros amigos do BlogSF, mais um ano se inicia e velhas rotinas televisivas voltam a vigorar, entre elas, o programa denominado Big Brother Brasil (BBB). Este programa nacionalmente conhecido e assistido consiste numa “prova” na qual diversos candidatos de nosso país são sorteados para permanecer um determinado tempo isolados de sua família e da sociedade dentro de uma casa, contando com a companhia de estranhos (os outros candidatos) e sendo vigiados o tempo todo por câmeras espalhadas pela residência. Nesta inatividade que acaba sendo chamada de competição, o objetivo dos participantes é utilizar quaisquer métodos e meios para que sua permanência na casa seja garantida enquanto outros participantes são eliminados. Quem sobrar ganha o prêmio de um milhão e meio de reais.
Subjacente ao fato de o BBB ser um programa de sucesso, sendo exibido, inclusive, em canais pay per view, reside uma questão que merece nossa reflexão: por que este programa existe? Em outras palavras, a que propósito serve o Big Brother? Tal indagação é muito pertinente já que se trata de algo vinculado pela mídia com forte apelo comercial e, como seres dotados de racionalidade que somos, devemos nos informar sobre os produtos que nos são oferecidos. Não que nos dispuséssemos a aceitar o fato de que algumas pessoas, na ânsia de receber o montante do prêmio, se propusessem a compartilhar um ambiente, disputando, à custa da moral e da ética, o pódium de vencedores de uma competição patética. Não aceitamos isso, mas a questão que nos desperta maior interesse é a razão da sua existência.
Caros leitores do BlogSF, depois da aula 8, onde tivemos a oportunidade de acompanhar uma excelente explanação a respeito de alguns atributos comunicáveis de Deus, chegou a hora de conhecer um pouco mais sobre os nomes pelos quais Deus se revela nas Escrituras. Nesta aula 11 do Curso de Teologia da FaeteSF, o pastor e professor Eguinaldo Hélio de Souza ministrou sobre os nomes compostos derivados de El.
Desta forma, o nome Elohim foi analisado e questões referentes a Trindade de Deus foram introduzidas. Ainda acerca deste nome, algumas distorções ufologistas foram trazidas à tona para refutação.
Subsequentemente, os nomes El Elion, El Olam, El Roi e El Shadday foram também analisados desde o contexto histórico no qual foram empregados até sua etimologia e as consequentes deduções teológicas trazidas por ela.
Para finalizar, o professor Eguinaldo Hélio expôs analiticamente os títulos Adonay e Kyrios, emplamente empregados pelos autores bíblicos para substituir o tetragrama.
Caro leitor do BlogSF, em uma das últimas mensagens nós discorremos sobre 9 sinais inconfundíveis da vinda de Jesus. O assunto sobre profecias sempre despertou os mais variados sentimentos nas pessoas, desde incredulidade e indiferença até pânico e histeria. As supostas profecias dos maias para o fim do mundo ou fim de algum tipo de ciclo astronômico em 2012 acendeu ainda mais as questões, assunto discutido e comentado em nosso quinto programa Últimas Coisas. E como o assunto é predição, segue aqui um texto sobre Nostradamus – considerado nos meios seculares um profeta verdadeiro, quando não passa de um ocultista como tantos outros que sustentam e sustentaram o título de “profeta”.
Dentro de um contexto secular, quando o assunto é profecia, o nome mais comum que vem à mente das pessoas não é Isaías, Jeremias, Daniel ou até mesmo Jesus, embora tenham proferido grandes e impressionantes predições. O nome mais sugerido é Nostradamus. No pensamento popular, ele quase chega a ser identificado como um dos profetas bíblicos e o grau de acerto de suas previsões é considerado altíssimo. Marques da Cruz, professor, gramático, poeta, escritor e um dos maiores pesquisadores brasileiros da obra de Nostradamus, classifica-o como “o mais minucioso vidente que o mundo já conheceu”.
Nostradamus foi realmente um profeta? O que se pode dizer de sua vida e de suas obras, à luz das Escrituras? Qual é o perigo por trás de suas profecias? Será que ele possui de fato a infalibilidade que lhe é atribuída?